07 DE SETEMBRO

DIA DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

                                      

O ano de 1822 foi um ano decisivo, no qual, Dom Pedro anuncia sua insubordinação à Constituição Portuguesa, convocando a primeira Assembléia Constituinte brasileira. Depois de declarar que as tropas portuguesas que desembarcassem no Brasil seriam consideradas inimigas, o príncipe regente resolve assinar o Manifesto às Nações Amigas, escrito por José Bonifácio, o Patriarca da Independência. Com essa assinatura, ratifica o rompimento com as Cortes Constituintes de Lisboa e assegura "a independência do Brasil, mas como reino irmão de Portugal". Os portugueses, no entanto, não aceitam a convocação da Assembléia Constituinte Brasileira e exigem a volta imediata de dom Pedro, ameaçando, inclusive, com o envio de tropas.

O príncipe não obedece ao Parlamento Português, proclamando a Independência do Brasil, no dia sete de setembro, e afirmando em documento oficial a separação política entre colônia e metrópole portuguesa. Ele é aclamado imperador em outubro daquele ano e coroado, dois meses depois, pelo bispo do Rio de Janeiro, com o título de dom Pedro I, imperador do Brasil.

Oficialmente a data comemorada é a de 7 de setembro de 1822, quando ocorreu o episódio do chamado "Grito do Ipiranga". De acordo com a história oficial, nesta data, às margens do riacho Ipiranga (atual cidade de São Paulo), o Príncipe Regente D. Pedro bradou perante a sua comitiva: Independência ou Morte!

 

 


 

 

 

“Viva a Independência e a separação do Brasil.

Pelo meu sangue, pela minha honra, pelo meu Deus,

Juro promover a liberdade  do Brasil.

Independência ou Morte!”

Frase histórica de D. Pedro I, em 07 de Setembro de 1822.

 

 

PRECISAMOS CONTINUAR INDEPENDENTES,

NA VIDA E NA POLÍTICA!

DEVEMOS EXIGIR RESPEITO COMO CIDADÃOS

E CUMPRIR A NOSSA PARTE COMO TAL.

VAMOS CONTINUAR LUTANDO POR JUSTIÇA

SOCIAL, LIBERDADE DE EXPRESSÃO E

HONESTIDADE DE NOSSOS DIRIGENTES E POLÍTICOS

 

 

CUNVITE ESPECIÁ

 

VÓS ME CE E SUA FAMIA TÁ

CUNVIDADO A PARTICIPÁ DO

ARRASTA-PÉ DA PAULO FONTELES,

QUE ACONTECERÁ DIA 20.06.2009

(SÁBADO) ÀS 18:30H, NA QUADRA

DA ESCOLA

FESTA JUNINA

ORIGEM

Existem duas explicações para o termo festa junina: A primeira é em função das festividades que ocorrem durante o mês de junho.

Outra versão diz que esta festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seria em homenagem a São João.  No princípio, a festa era chamada de Joanina.

De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).

 

 Mas não foi somente a influência portuguesa que caracterizou as comemorações. A quadrilha por exemplo, foi uma adaptação de uma dança da nobreza européia (quadrille), muito presente nos salões franceses do século 18.
Os jesuítas portugueses, a princípio, comemoravam o dia de São João. As primeiras referências às festas de São João no Brasil datam de 1603. As festas de Santo Antônio e de São Pedro só vieram mais tarde, mas como aconteciam no mesmo mês, foram incluídas nas chamadas festas juninas.

 COMIDAS TÍPICAS

Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos. 
Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais. 

TRADIÇÕES 

 As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.

Como Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro, são comuns as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz a tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz a tradição, devem comer deste pão.

 

Depende...

 

Depende das Mãos que a seguram...

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Uma bola de basquete em minhas mãos vale uns R$ 35,00. 

Uma bola de basquete nas mãos do Oscar vale uns R$7.000,00.

Depende das mãos que a seguram.

 

 Uma bola de vôlei nas minhas mãos vale uns R$ 25,00,

Uma bola de vôlei nas mãos do Tande vale uns R$ 5.000,00.

Depende das mãos que a seguram.

 

 Uma raquete de tênis em minhas mãos não tem uso algum.

Uma raquete de tênis nas mãos do Guga o tornou o atual número 1 do mundo.

Depende das mãos que a seguram.

 

Uma vara em minhas mãos vai manter animais afastados de mim.

Uma vara nas mãos de Moisés abriu o mar Vermelho.

Depende das mãos que a seguram.

 

Um estilingue nas minhas mãos é um brinquedo.

Um estilingue nas mãos de Davi se tornou uma arma poderosa.

Depende das mãos que o seguram.

 

Dois peixes e cinco pães em minhas mãos se tornarão alguns sanduíches.

Dois peixes e cinco pães nas mãos de Cristo podem alimentar multidões.

Depende das mãos que os seguram.

 

Pregos em minhas mãos podem significar a construção de uma casa.

Pregos nas mãos de Jesus significam a salvação do mundo inteiro.

Depende das mãos...

 

Como você pode concluir agora, que tudo depende das mãos...

Então, coloque suas preocupações, interesses, temores, anseios, sonhos, sua família, e seus relacionamentos nas mãos de Deus.

 

POIS TUDO DEPENDE DAS MÃOS QUE OS TEM.

22 DE AGOSTO

DIA DO FOLCLORE 

Podemos definir o folclore como um conjunto de mitos e lendas que as pessoas passam de geração para geração. Muitos nascem da pura imaginação das pessoas, principalmente dos moradores das regiões do interior do Brasil. Muitas destas histórias foram criadas para passar mensagens importantes ou apenas para assustar as pessoas. O folclore pode ser dividido em lendas e mitos. Muitos deles deram origem à festas populares, que ocorrem pelos quatro cantos do país.

As lendas são estórias contadas por pessoas e transmitidas oralmente através dos tempos. Misturam fatos reais e históricos com acontecimentos que são frutos da fantasia. As lendas procuraram dar explicação a acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais.

Os mitos são narrativas que possuem um forte componente simbólico. Como os povos da antiguidade não conseguiam explicar os fenômenos da natureza, através de explicações científicas, criavam mitos com este objetivo: dar sentido as coisas do mundo. Os mitos também serviam como uma forma de passar conhecimentos e alertar as pessoas sobre perigos ou defeitos e qualidades do ser humano. Deuses, heróis e personagens sobrenaturais se misturam com fatos da realidade para dar sentido a vida e ao mundo.

Algumas lendas, mitos e contos folclóricos do Brasil:

BOITATÁ


Representada por uma cobra de fogo que protege as matas e os animais e tem a capacidade de perseguir e matar aqueles que desrespeitam a natureza. Acredita-se que este mito é de origem indígena e que seja um dos primeiros do folclore brasileiro. Foram encontrados relatos do boitatá em cartas do padre jesuíta José de Anchieta, em 1560. Na região nordeste, o boitatá é conhecido como "fogo que corre".

BOTO

Acredita-se que a lenda do boto tenha surgido na região amazônica. Ele é representado por um homem jovem, bonito e charmoso que encanta mulheres em bailes e festas. Após a conquista, leva as jovens para a beira de um rio e as engravida. Antes de a madrugada chegar, ele mergulha nas águas do rio para transformar-se em um boto.

CURUPIRA

Assim como o boitatá, o curupira também é um protetor das matas e dos animais silvestres. Representado por um anão de cabelos compridos e com os pés virados para trás. Persegue e mata todos que desrespeitam a natureza. Quando alguém desaparece nas matas, muitos habitantes do interior acreditam que é obra do curupira.

LOBISOMEM

Este mito aparece em várias regiões do mundo. Diz o mito que um homem foi atacado por um lobo numa noite de lua cheia e não morreu, porém desenvolveu a capacidade de transforma-se em lobo nas noites de lua cheia. Nestas noites, o lobisomem ataca todos aqueles que encontra pela frente. Somente um tiro de bala de prata em seu coração seria capaz de matá-lo.

MÃE-D´ÁGUA

Encontramos na mitologia universal um personagem muito parecido com a mãe-d'água : a sereia. Este personagem tem o corpo metade de mulher e metade de peixe. Com seu canto atraente, consegue encantar os homens e levá-los para o fundo das águas.

MULA-SEM-CABEÇA

Surgido na região interior, conta que uma mulher teve um romance com um padre. Como castigo, em todas as noites de quinta para sexta-feira é transformada num animal quadrúpede que galopa e salta sem parar, enquanto solta fogo pelas narinas.

SACI-PERERÊ

O saci-pererê é representado por um menino negro que tem apenas uma perna. Sempre com seu cachimbo e com um gorro vermelho que lhe dá poderes mágicos. Vive aprontando travessuras e se diverte muito com isso. Adora espantar cavalos, queimar comida e acordar pessoas com gargalhadas.

 

 

festa_festeja 

casal junino 2

CONVITE

Convidamos ocê e sua famia para

o arrata-pé da Escola Paulo Fonteles.

Dia 21.06.08

Na quadra da Escola

Não farte!!

Produção de alunos

O Abc da alimentaçao

 

 

O abc da alimentação 

Vamos todas aprender  

Feijão e macarrão

Nos ajudam  a  crescer

 

Leite carnes e ovos

Os amigos animais nos dão

Para nos sentirmos sempre novos

E saudáveis durante um tempão

   

Verduras e legumes na dose exata

Ferro e fibras vão nos fornecer    

Fazendo uma dieta equilibrada

Não nos deixarão adoecer

 

Um conselho agora ouvirão

Caprichem na fruta fresquinha 

Energia e saúde lhe darão

E uma pele bastante lisinha

 

Ser saudável é uma opção

Comer bem é uma virtude

Cuide da sua alimentação

E em troca terá muita saúde

 

 

                      Josefa   Milhome  Neta 

                      2ª Etapa "A" - 2007

                      Profª. Rubmárcia         

 

Produção de Aluno

VENCEDOR DO CONCURSO DE REDAÇÃO:

PARAUPEBAS O LUGAR QUE MORO

 

 

PARAUAPEBAS MOÇA RICA

Há muito tempo atrás

Eu ouvia falar de um lugar

Onde era bom pra se viver

E também pra se morar

Se chamava Parauapebas

Eu vim conhecer pra comprovar

 

Parauapebas ainda menina

Já era de tal formosura

Crescia por sua forma

E também por sua cultura

Aqui cultivamos de tudo

Sem falar na agricultura

 

Certo dia resolvi, Parauapebas

Conhecer, desde que aqui cheguei

Nunca mais pude esquecer

Que realmente Parauapebas

É o lugar de se viver.

 

Sendo assim eu vou falar

De todo o meu coração,

Parauapebas é um lugar

Bem melhor que no sertão

Quem vem só pra conhecer

Já se enche de emoção.

 

Aqui construir família,

Daqui não quero sair

Quero criar filhos e netos

Vendo os crescer e subir,

Pois quem vem pra conhecer

Já pensa em morar aqui.

 

Por isso caros amigos,

Um conselho lhe dar

Se pensar em ir embora

Daqui pra outro lugar

Fique calado e pense antes

De se prejudicar.

 

Parauapebas hoje é uma moça

Linda, formosa e crescida

Apesar de tão pouca idade

Já é bastante conhecida

Pois até no estrangeiro

Conhecem suas jazidas.

 

Daqui sai vários minérios

Direto a vários países

É por isso Parauapebas

Que aqui sou feliz

Não me separo jamais de ti

Estão aqui minhas raízes.

 

É aqui que moro

É aqui que quero ficar

Igual a ti Parauapebas

Não há a quem comparar

Só tu és maravilhosa

Com tudo que em ti há.

 

Parauapebas, findo aqui estes versos

Por que tenho que parar

Mas em breve voltarei

Novamente de ti falar,

Por que não me faltam rimas

Pra te elogiar.

 

 

Francisco de Sousa Passos

4ª Etapa “B” 

Continuando ...

TRAJETÓRIA DA VIDA DE PAULO CÉSAR FONTELES DE LIMA

 

 Em 1979, por indicação da Direção Nacional do PC do B, passa a integrar a Direção Regional deste partido, então na clandestinidade, função que exerceu até sua morte, destacando-se como intransigente defensor de seus princípios.

      Em principio de 1980, Paulo Fonteles, discutindo com as lideranças camponesas do Araguaia, sobre a necessidade da participação das massas populares na luta política institucional, foi surpreendido com a proposta de ser lançado candidato à Assembléia Legislativa do Estado do Pará, para as eleições de 1982.

      Como disse Paulo Fonteles: “estávamos no fragor das grandes lutas no sul do Pará, praticamente tínhamos conseguido obstruir todas as “ordens de despejo”, contra centenas, senão milhares de famílias. A policia se retraia sob a pressão da opinião pública. A morte de Gringo (liderança camponesa) fortaleceu o ânimo dos lavradores e massas iam conquistando a terra, pois no combate direto com a jagunçada do latifundiário, levavam nítida vantagem. Como advogado dos posseiros integrava-me inteiramente na luta, atacando os grileiros na justiça, defendendo os posseiros, percorrendo os sertões mais distantes, denunciando vigorosamente as violências perpetradas contra os agricultores. Candidatar-me a cargo eletivo” – dizia ele – “parecia-me distante e desnecessário”.

     Ainda segundo Paulo Fonteles, “o ano de 1981, foi muito diferente. As forças do latifúndio se organizaram, mobilizaram um grande aparato contra os lavradores. O GETAT, o Exercito, a Policia Federal, o aparelho judiciário, o Conselho de Segurança Nacional todos se voltavam contra a luta dos posseiros”. A intervenção policial-militar  para impedir a vitória da Oposição Sindical nas eleições do Sindicato dos Trabalhadores Rurais e a prisão dos padres Aristides Camio e Francisco Gouriou e vários posseiros , são apenas capítulos de uma ação repressiva orquestrada pelo regime militar contra os moradores do Araguaia que visava não apenas favorecer o latifúndio , mas também estabelecer um rigoroso controle da área para que o capital estrangeiro possa abocanhar, com tranqüilidade, as nossas riquezas naturais e se apossar de nossas terras, como pretende o Projeto Carajás.

      Sua atuação, como advogado dos posseiros foi violentamente cerceada. Por todo o sertão do Araguaia, o GETAT, e agentes da Policia Federal aterrorizavam os lavradores que o tomassem como advogado. Em junho , quando chegava à Belém para impetrar um “Hábeas Corpus” em favor de três lavradores presos e torturados pela Policia Federal , foi preso pelo DOPS, que tentava incriminá-lo  pela morte de um pistoleiro.

     Em julho de 1981, por indicação das principais lideranças dos Lavradores do Sul do Pará, reunidos em Assembléia Geral e por indicação de seu partido  é lançado candidato a deputado estadual e pelo PMDB, com o apoio de sindicalista e de setores progressistas e democratas paraenses, Paulo Fonteles é eleito deputado estadual e sua atuação no parlamento destacou-se pela fidelidade aos compromissos assumidos durante a campanha com os trabalhadores rurais e urbanos, e pela coragem com que enfrentava os representantes do latifúndio  e do capital, tanto no plenário como fora dele.

      Constantemente era ameaçado de morte, inclusive soube-se que existia um rol, onde estavam listadas oito pessoas marcadas para morrer, o que era constantemente denunciado por Paulo Fonteles, às autoridades. Informa-se que desta lista seis pessoas já morreram e PAULO FONTELES foi o último a ser assassinado.   Entretanto notabiliza-se pelo seu destemor e desprendimento da defesa das causa populares e no enfretamento com os inimigos do povo. Considerando abertamente o deputado dos posseiros, tanto em Belém, como das matas, era respeitado até por seus adversários os mais ferrenhos, pela firmeza com que defendia seus ideais por terra, trabalho, liberdade e independência nacional.

     Em 1984, juntamente com diversos companheiros funda o Centro de Estudos e Apoio ao Trabalhador Rural (CEATRU), desenvolvendo diversas atividades e cursos educativos, tanto no Sul do Pará, como em Belém e região do Salgado Bragantina.

    Nas eleições de 1986, para a Assembléia Nacional Constituinte, Paulo Fonteles, candidatou-se a deputado federal, tendo a perfeita compreensão do momento em que vivia. Desde 1967, desfraldada a bandeira da Constituinte e durante duas décadas defendeu-a em reuniões, seminários, palestras, debates, congressos, comícios, dentro e fora do Pará e como afirmava : “livre e soberana, a representar a vontade do povo brasileiro”. Considerava ainda que a convocação da Assembléia Constituinte, embora com enormes restrições e defeitos, representava uma grande vitória para o povo.

    Paulo Fonteles tinha ainda consciência “que as classes dominantes, o imperialismo o grande capital monopolista brasileiro e o latifúndio tudo fariam e tramariam para dominar a Constituinte e reproduzir a mesma Constituição vigente, anti-nacional, anti-popular e anti-democrática.”

      O poder econômico e estas classes impediram sua eleição, no entanto, Paulo Fonteles, sem abater, retornou a tarefa de unir e organizar a classe trabalhadora na cidade e no campo, dizendo que “Quando a parteira o tirara do ventre materno, não tinha dito a seu pai, nascera um deputado. Dissera sim nasceu um homem.”. Sendo ovacionado pelos camponeses, num comício no Araguaia em abril de 1987. No entanto, estas forças forjavam as condições que facilitariam seu assassinato.

Paulo Fonteles começou a assessorar diversos sindicatos de trabalhadores rurais e do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias da Construção Civil e do Município de Belém, contribui significativamente na formação de uma chapa ampla e representativa da categoria que saiu vitoriosa nas ultimas eleições.

      Foi, entretanto, a 18 de fevereiro de 1987, data comemorativa dos 25 anos de reorganização do Partido Comunista do Brasil, em solenidade no Auditório do IDESP, que Paulo Fonteles, assina publicamente, entusiasmado e feliz a ficha do Partido que tanto amava.

   Sempre dinâmico e arrojado, promove inúmeros seminários e cursos de educação política e Sindical, tanto em Belém, como no interior do Pará.

      Em 21 de abril de 1987, por ocasião do ato pela reforma Agrária, realizado em Xinguara, é aplaudido pelos trabalhadores da região e recomeça com reunião e promoções de cursos de formação com os lavradores e seu nome começa a ser cogitado para a prefeitura Municipal de Xinguara, com os trabalhadores e agricultores reclamando para que se candidate, fato que perturbava o sono dos donos do poder e latifundiários da região, aumentou as ameaças de morte contra a sua pessoa, até que as ameaças se tornam realidade no dia 11 de junho de 1987, Paulo Fonteles é assassinado barbaramente e covardemente.

      Paulo Fonteles destacou-se na defesa da Reforma Agrária, transformando-se em símbolo de luta pela terra no Pará e no Brasil. A reação sanguinária e violenta não suportava assistir a contribuição deste ardoso combatente do povo e nos dias de votação do projeto da Reforma Agrária na Constituinte, de forma covarde, fria, vil e traiçoeira o assassinaram, quando viajava para o interior do Pará, no oficio da profissão, aos 38 anos de idade.

       Sua morte causou imensa comoção por todo o Brasil. Seu corpo foi velado na Assembléia Legislativa do Estado por milhares de amigos e companheiros e seu enterro acompanhado a pé por milhares de pessoas num percurso de 4 km, que se transformou num brado de protesto contra as forças do latifúndio e contra a UDR e seus seguidores, através de imensa passeata, com  mais de 7000 ( sete mil) pessoas ao som do Funeral do Lavrador de  Chico Buarque e João Cabral de Melo Neto, que atravessou a cidade de Belém  com manifestações de revolta e solidariedade da população, quando bandeiras do Brasil e pedaços de panos vermelhos, como a improvisar a bandeira do seu partido, postas nas sacadas dos edifícios  para  homenageá-lo  em seu último passeio, pela terra onde tanto lutou, tanto amou, enquanto papéis picados eram jogados das repartições , bancos e residências  particulares . Seus familiares e companheiros a todo o momento sentiam que a vida de Paulo Fonteles tinha sido útil, fértil, pois como dizia o mesmo: “minha vida ainda que modesta, tem sido única e exclusivamente dedicada à luta de nosso povo e não tem outro sentido”.

               A nota da Direção Nacional do seu partido, em mensagem de homenagem ao destacado dirigente tombado afirma: “não estamos de luto, porque quem morre pelos ideais revolucionários dos operários e camponeses continua vivo na admiração e no respeito do povo, continuam inspirando milhares, milhões de combatentes da causa da revolução Social. Seu exemplo de coragem e desprendimento, estará sempre entre os que lutam pela liberdade, pela terra, pela independência  nacional, entre os que sabem que o capitalismo chega ao fim , e que é preciso passar ao socialismo para assegurar  o futuro de bem-estar de conforto, de felicidade a que tem direito os trabalhadores de nossa pátria”.

         Os trabalhadores do campo e da cidade, os patriotas e democratas exigem a punição dos promotores de mais este covarde assassinato considerando que os objetivos destes assassinos é o de tentar intimidar os trabalhadores rurais que intensificam a luta pela reforma agrária. “Não conseguirão” – dizem eles – “A nossa luta crescerá ainda mais com o sangue derramado de Paulo Fonteles”.

         O esclarecimento do assassinato de Paulo Fonteles tem imenso significado. Esclarecendo este crime, poderemos esclarecer muitos outros cometidos anteriormente e naturalmente fazer justiça, punindo pistoleiro e mandantes. Paulo Fonteles, agora afirma as lideranças camponesas – é um símbolo e bandeira de todos os trabalhadores rurais na luta pela Reforma Agrária. “Não deixaremos esta bandeira arriar. Ela será empunhada e transformada em união e organização para enfrentar os odiosos inimigos do povo.”

         Em 11 de agosto de 1987, um mês após seu brutal assassinato é lançada a FUNDAÇÃO PAULO FONTELES, em uma grande manifestação, como uma entidade democrática, objetivando aglomerar os setores progressistas e democráticos para junto com seu Partido, e demais organizações populares, desenvolver sua luta, adotando como principio a afirmação de Paulo Fonteles, publicada no Jornal Tribuna da Luta Operaria, do qual também era correspondente, consciente do perigo que corria: “Tiram minha vida, não minhas idéias. Mais importante é a luta do povo”. Sabedor que sua luta, a nossa luta, a luta da grande maioria do povo brasileiro e de todos os povos, é historicamente vitoriosa.

      Paulo César Fonteles de Lima deixou como filhos: Paulo César Fonteles de Lima Filho, Ronaldo Veiga Fonteles de Lima, João Carlos Hass Veiga Fonteles de Lima, Juliana Zaire Fonteles de Lima e Pedro César Miranda Fonteles de Lima.

BREVE TRAJETÓRIA DA VIDA DE PAULO CÉSAR FONTELES DE LIMA

 

Texto original de Maria Berenice dos Santos (1992)

 

           Paulo César Fonteles de Lima, nasceu na cidade de Belém do Pará, no dia 11 de fevereiro de 1949, filho de Benedito Osvaldo Rodrigues de Lima, oficial da Marinha Mercante e de dona Cordolina Fonteles de Lima, carinhosamente conhecida como D. Nita.

        Paulo Fonteles era o oitavo filho de uma prole numerosa. Seus pais militavam no Partido Comunista do Brasil desde as lutas de 1985, dizia sempre que o inicio de sua compreensão da dramática situação vivida pelo povo brasileiro, havia nascido na sua infância. Morador de um casarão de esquina, de um lado convivia com os meninos da pequena burguesia abastada e de outro, com moleques da baixa da Boa Ventura, que viviam na mais absoluta pobreza.

        Com 15 (quinze) anos de idade, precocemente, havia lido toda a coleção de Machado de Assis, Castro Alves, Manoel Bandeira e outros clássicos, além de ter demonstrado desde cedo, especial interesse pela música popular brasileira e pela musica clássica, dando desde esta época importância especial a todas as formas de artes. Amante da boa Literatura, com o passar dos anos, foi encarando as poesias de Carlos Drumond de Andrade, Cecília Meireles e os personagens de Jorge Amado, fixaram-se em seu espírito adolescente.

        Paulo Fonteles, apesar de sua pouca idade, iniciou os seus estudos teóricos absorvendo os pensamentos dos filósofos iluministas da Revolução Francesa e as idéias de Voltaire, Darwin, Marx, Engels e Lênin, representava um fascínio para o seu espírito juvenil inquieto, a procura de novos caminhos, começando desde esta época incentivar todos os que o rodeavam com suas idéias progressistas libertarias e sua personalidade forte e marcante, imbuída dos melhores ideais da humanidade incendiava-o como um clarão, iniciando o seu processo de revolucionário, jogando muito longe      seus ideais.

        No entanto embora sua inquietude o levasse para o estudo, começava a perceber que o estudo teórico era um guia que o levava para a ação. Paulo Fonteles tinha clareza, ainda bastante cedo, de quem eram os verdadeiros interpretes e condutores da história, começando assim sua militância política. Dizia de quando de sua candidatura à Assembléia Nacional Constituinte, “nascido nas lutas populares, filho da resistência contra a ditadura, combatente da causa operaria dos camponeses, dos estudantes, do povo sofrido”, assim como das mulheres, “jamais recuaria de um bom combate, até a conquista de um Brasil livre e independente, onde o nosso povo não seja obrigado à opressão e a miséria e os trabalhadores possam enfim, ser e ter nas riquezas que produzem”. E assim foi na prática a vida de Paulo Fonteles.

             Em 1968, ingressou na Universidade Federal do Pará, tendo escolhido o curso de Bacharel em Ciência do Direito, e após ingressar na Universidade começou a destacar-se como liderança nas grandes manifestações que os estudantes de todo o Brasil realizavam contra a política do Governo do Regime Militar que pretendia entregar a educação nas mãos dos estrangeiros.

             Nessa época, Paulo Fonteles pichava nas paredes de seu quarto de estudo em letras caixa alta vermelhas: “NEM A FORÇA DOS VENTOS, PODE DERRUBAR UM IDEAL.”.

             Em 1969, depôs do AI-5 do famigerado Governo de Geisel e do Decreto 477, do então ministro Jarbas Passarinho, que golpeara o movimento estudantil, Paulo Fonteles, dedicou-se no Pará  a reorganizar o movimento dos estudantes, sendo eleito  membro da Diretoria da União Estadual dos Estudantes (UEE), tarefa que lhe coube como militante da Ação Popular, organização revolucionária  de origem pequena-burguesia, que predominava no movimento estudantil.

           Em 1970, mudou-se para Brasília com sua mulher Hecilda Mary Veiga Fonteles de Lima, participando ambos ativamente nas lutas dos estudantes, colaborando na reorganização da UNE (União Nacional dos Estudantes), entidade maior dos estudantes brasileiros, então na ilegalidade. E por estas atividades, em 6 de outubro de 1971, foram presos pelo famigerado DOI-CODI, sofrendo ambos as mais bárbaras torturas nos porões dos órgãos de repressão de Brasília, Rio ou São Paulo, no entanto , considerava absurdo, como denunciou ao Jornal Resistência  do Pará, ter sido torturado no próprio Ministério do Exercito em Brasília  e  sua mulher, grávida de 8 (oito) meses foi também, brutalmente espancada em sua presença e os seus torturadores diziam : “ filho desta raça não merece nascer”.

         Condenado numa verdadeira farsa, por defender os interesses dos estudantes e do povo brasileiro, esteve preso durante um ano e oito meses, cumprindo a pena em presídios militares de Brasília, Rio de Janeiro e posteriormente transferido para o presídio São José no estado do Pará. E é fruto desta época de tortura, mortes nas ruas, companheiros sendo assassinado, enlouquecido, que Paulo Fonteles diz: “e que caí menino, sobrevivi homem, saí quase velho”.

         E foi na prisão que teve conhecimento do movimento guerrilheiro do Araguaia, onde forças populares, guerrilheiro dirigidos pelo PC do B, se levantavam de armas na mão, contra a ditadura fascista. Rapidamente Paulo Fonteles noticiou esta gloriosa jornada de luta para todos os seus companheiros de prisão, orgulhoso por esta luta de resistência acontecer justamente em sua terra.

       Além de condenado a cadeia, Paulo Fonteles, foi proibido de estudar durante 3 ( anos) anos, por lutar para que a universidade brasileira não fosse colocada a serviço dos estrangeiros  poderosos. Ao sair da prisão, já militava no Partido Comunista do Brasil, se engajando na luta pela resistência ao Regime Militar, pela anistia, pela revogação dos atos e leis de exceção e principalmente por uma Assembléia Nacional Constituinte livre e soberana, como ele mesmo dizia: “cumprida a pena iníqua, retornei logo a luta política”.

       Em agosto de 1977, já formado em Direito, juntamente com inúmeros democratas, participa da organização da Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SPDDH), sendo eleito seu primeiro presidente, onde inicia suas jornalísticas, fundando o Jornal Resistência, de grande combatividade na época da ditadura militar.

       Em agosto de 1978, foi novamente indiciado, juntamente com sua mulher, por ter denunciado publicamente as torturas que sofrera. Perante o Tribunal Militar, Paulo e Hecilda Fonteles, reafirmaram as denuncias e o Tribunal, frente à mobilização do povo e a atitude firme de ambos, acabou julgando-se incompetente para realizar o julgamento.

      Convidado logo depois pelo ex-bispo de Conceição do Araguaia, D. Estevão Cardoso de Avelar, Paulo Fonteles foi contratado pela Comissão Pastoral de Terra (CPT), como primeiro advogado paraense a se dedicar exclusivamente à defesa dos posseiros de Xínguara, Marabá, Rio Maria, Conceição do Araguaia, São Geraldo, Itupiranga, Goianesia, Arraias, Santana do Araguaia e outros municípios da região, calculando-se que tenha defendido milhares de famílias que eram sumariamente expulsas de suas terras pelos grandes latifundiários e grupos economicamente poderosos, durante cinco anos, ele dizia: “combati de frente os pistoleiros, os jagunços, a grilagem dos latifundiários do sul do nosso estado, denunciando os crimes da policia e organizando os trabalhadores para a luta.” E segundo pessoas que conviveram com ele nesta época, os inimigos do povôo chamavam de “advogado do mato”, os esbirros do Regime Militar, chamavam-se de “subversivo irrecuperável”. Os latifundiários os acusavam de mandar invadir terras e de até mandar justiçar pistoleiros. A política, prende-o várias vezes e acusa-o criminalmente. Entretanto, segundo estes mesmos observadores, nada disto foram capazes de abater sua disposição, seu animo de servir à causa da libertação do povo brasileiro, e em particular a causa dos camponeses do Araguaia, dizendo ainda que por onde viajava, pelos sertões mais longínquos, a pé, a cavalo, de canoa, levava uma esperança de melhores dias para legião de homens e mulheres em busca de um palmo de terra.

       Seu nome já ultrapassava as fronteiras do Estado, nesta época, já realizava conferências em São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Alagoas, Goiás, Piauí, onde denunciava à opinião publica nacional, a situação trágica em que vivem os lavradores do Estado do Pará, acossados pela praga do latifúndio.

 

Apresentação

HISTÓRICO DA ESCOLA

 

Texto original de Arlene de Araújo Galvão (2002)

 

          Considerando depoimento dos funcionários desta escola e  moradores pioneiros desta cidade, podemos afirmar que a escola iniciou suas atividades  aos vinte e três dias do mês de outubro do ano de mil novecentos e oitenta e sete, onde na ocasião  o estado do Pará era governado pelo Senhor Jader Fontineles Barbalho e Carlos Santos, nesta mesma época  Parauapebas, ainda não era uma cidade emancipada, estando sob a responsabilidade do município de Marabá, que tinha como prefeito Haroldo Bezerra. Parauapebas tinha um administrador, chamado de Sebastião Moura, neste momento a cidade passava por um período de luta pela emancipação, com recolhimento de assinaturas para serem enviadas ao Congresso Nacional solicitando a criação deste novo município. Inicialmente a escola funcionava no prédio cedido da Escola Estadual de 1º e 2º graus Eduardo Angelim, modestamente ela foi surgindo como muitos outros setores de Parauapebas, pela necessidade de uma população que crescia cada vez mais, buscando melhoria de vida, atrás de sonhos de empregos promissores, da “febre” do Projeto de Ferro Grande Carajás. Na linha de ferro estava Parauapebas escrevendo sua história, construindo sua cidadania e timidamente surgia uma escola, que hoje apresenta um grande potencial no coração do bairro Rio Verde. Muitos funcionários ainda lembram das primeiras gestoras desta escola, a senhora Leila Lobato (87-88), seguida pela senhora Francisangela Vicente (89) e Maria “Rosa” Venâncio Cunha (set.89-93).

          Aconteceu dia 10 de maio de 1988, a tão sonhada emancipação de nossa cidade, e viu-se possível a realização de muitos outros sonhos, e na direção da senhora Rosa Venâncio, o antigo prédio que funcionava na Escola Estadual Eduardo Angelim, demonstrava sinais de desabamento, sendo transferida provisoriamente para a Escola Municipal Cecília Meireles. Em meados de 1989, para que fosse agilizada a construção do novo prédio, fizeram uma comissão de funcionários, onde contava com a presença dos professores Itamar Siqueira, Elda Maria, Maria Berenice e direção citada, entre outros. O então prefeito recém assumido, o senhor Faisal Salmen e vice-prefeito Renato Araújo, colocaram como proposta inicial a construção da escola em estrutura de madeira, não sendo aceita pela Comissão, ficando acordado que ficariam na escola cedida até a construção definitiva do prédio da referida escola. Assim, em setembro de mil novecentos e noventa e dois a escola inaugurava no atual prédio, como Secretaria Municipal de Educação Leila Lobato, na direção Maria “Rosa” Venâncio Cunha e Ivone, contando com mil e quinhentos alunos e noventa funcionários, onde receberia também a extinta escola Municipal Olga Prestes, incorporando alunos, documentos inativos, funcionários e demais equipamentos. No início do mandato do prefeito Francisco Alves de Sousa e Rosimeire Vaz (93), como Secretário Municipal de Educação o coronel Hernani Guimarães Teixeira, assume a direção da escola as senhoras Maria Berenice dos Santos e Maria Elda (93-95), respectivamente diretora e vice-diretora. Com a rotatividade de direção e secretários de Educação, a senhora Benilda Ferreira Antunes (97), como Secretario Municipal Ormar Resende, a senhora senhora Francisangela Vicente Ferreira, como secretario Rínio Simões,  hoje temos na direção Arlene de Araújo Galvão(desde 1999), Reginaldo da Silva e Sousa(2002) e Vagna Costa Ribeiro (2003), no governo municipal da senhora Ana Isabel Salmen e Rosimeire Vaz.

          A identidade da escola foi construída aos poucos, com as primeiras séries iniciais (1ª a 4ª), depois veio a Educação Infantil, as turmas de reintegração, a educação especial, a sala de recursos, as aulas de informática e de leitura, e por fim a municipalização (2003) de 5ª a 8ª e educação de jovens e adultos.

           A Paulo Fonteles de Lima cresceu com Parauapebas, com seu povo vencedor, com suas glórias, e o mérito é dos funcionários pioneiros que sempre buscaram um padrão de excelência para esta escola.

            Parabéns! Gilza, Leide, Rosa Venâncio, Ivone, Domingas, Gracinha, Meire, Jesus, Itamar, Vanda, Edna Nunes, Angélica,  Hânia, Berenice, Elda,  Leila, Conceição Freitas, Helena Araújo,  Januaria, Francisca Edith, , Francis, Helena Matos, Terezinha Moura, Ivete, Socorrinho, ... muitos outros.   A atual equipe técnica-pedagógia–docente-administrativa  agradece a dedicação.

 

 

Apresentação

ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL

PAULO FONTELES DE LIMA

 

ATO DE IMPLANTAÇÃO DA ESCOLA

Texto Original de Delma  Silva Alves (2000)

 

          A Escola Municipal de Ensino Fundamental Paulo Fonteles de Lima, foi fundada em Julho de 1987, com o objetivo de proporcionar ao educando a formação necessária ao desenvolvimento de suas potencialidades, como elemento de auto realização, preparação para o trabalho e prepara consciente para o exercício da cidadania.

         A Escola funciona segundo Normas Legais em vigor e Normas Complementares baixadas pelo Conselho Estadual de Educação. Sua filosofia tem como princípio básico o comprometimento do desenvolvimento sócio cultural do educando. É nesta linha de pensamento que buscamos melhorar cada vez mais a qualidade do processo ensino e aprendizagem, devendo assim formar nos educandos uma consciência crítica e reflexiva.

         A mesma localiza-se à Rua Rio de Janeiro, S/N Quadra Especial, Bairro Rio Verde. Hoje dispomos de servidores como Diretora, Secretária, Orientadores pedagógicos, Professores e Pessoal de apoio.

          Observando o quadro de implantação das turmas, podemos perceber que iniciamos as atividades apenas com a 1ª e 2ª série do Ensino Fundamental. Já no ano seguinte foi introduzida  a 3ª série. A partir do ano de 1990 até o corrente ano trabalhamos as quatro séries iniciais (1ª à 4ª série) do Ensino Fundamental.

           No ano de 1998 foi implantada também as Turmas de Aceleração da Aprendizagem, conforme relatórios finais do ano acima citado. O Ciclo de Formação Básica, é a forma em que encontra-se  estruturado o ensino nesta escola, iniciou-se em 1999 , apenas o 1º ciclo, a partir de  2000 temos  1º e 2º ciclo. No que diz respeito a recursos materiais, dispomos de um acervo favorável para desempenho das atividades desenvolvidas. Onde temos  recursos técnicos e didáticos tais como: episcópio, vídeo, televisão, parabólica, aparelho de som, planetário, esqueletos, torço bissexual, retro-projetor, tela,  livros, coleção de fitas  com conteúdos bastantes diversificados, computador e outros.

           Os recursos financeiros são provenientes do Governo do Município de Parauapebas SEMED, Fundo Rotativo, FNDE- Fundo Nacional de Desenvolvimento ao Estudante e Promoção Sociais.

           As turmas são organizadas de modo que atenda aos interesses do corpo Docente e Discente levando em consideração a faixa etária, nível de aprendizagem com uma enturmação que não dificulte o trabalho em sala de aula.

          Assim sendo a escola procura organizar-se de modo a atender sua clientela com o máximo de eficiência possível.

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